Contrapeso: conheça a função e as particularidades deste componente do elevador

Conjunto é fundamental para o bom funcionamento do equipamento!

O elevador é um equipamento que conta com muitos componentes. Cada peça tem a sua função e importância para que o transporte vertical seja realizado com sucesso. Existem muitos fatores que ajudam essa máquina a funcionar perfeitamente. Entre eles, está o contrapeso. Aliás, você sabe o que esse componente representa? Confira a seguir:

O que é o contrapeso e como ele funciona?

O contrapeso é uma armação em metal, formada por duas longarinas e dois cabeçotes, que recebem pesos fixados. O ideal é que o conjunto tenha o peso total igual ao da cabine mais o acréscimo de 40 a 50% da capacidade suportada.

O movimento do contrapeso consiste em subir e descer pelas guias na lateral do poço do elevador. Quando a cabina é movida para baixo do eixo, o contrapeso sobre e vice-versa. Ou seja, o contrapeso é o responsável por tornar o ato de levantar e descer a cabina mais fácil.

Componente importante

Um das grandes ajudas deste importante componente de um elevador é para o motor, que precisa utilizar menos força. É como se fosse uma gangorra. Para levantar uma pessoa com os braços é muito complicado e exige muito esforço. Mas com a ajuda deste “brinquedo” a tarefa é facilitada. Com o contrapeso é o mesmo esquema, pois ele deixa o ato de movimentar a cabina mais simples.

Redução de energia

O contrapeso reduz a quantidade de energia que o motor precisa utilizar. Do mesmo modo, ele também ajuda a diminuir a quantidade de frenagem que o elevador precisa realizar.

Como seria se o contrapeso não existisse?

Com base em tudo que falamos neste texto é possível ter uma breve ideia de como seria o funcionamento dos elevadores sem o contrapeso. Sem ele, seria muito difícil subir a cabina com sua capacidade no limite. Além disso, na hora da descida o trajeto poderia ser complicado, pois esse componente também auxilia a controlar o freio do equipamento.

Curiosidade

Sem dúvida, muitas pessoas pensam que é mais fácil um elevador cair descendo. No entanto, é mais comum que ele caia na posição de subida. O fato é estranho, mas é real. Isso acontece por conta do contrapeso ser sempre mais pesado que a cabina, quando vazia ou com poucas pessoas. Mas, vale lembrar que é raro este tipo de problema acontecer, pois o elevador conta com vários dispositivos de segurança, que ajudam a evitar eventuais imprevistos e surpresas negativas.

Gostou de conhecer um pouco mais sobre o contrapeso? Continue de olho em nosso blog, pois em breve postaremos mais matérias sobre os componentes de um elevador!

RESPONSABILIDADES DO SÍNDICO: CONHEÇA ALGUMAS FUNÇÕES DESTE PROFISSIONAL

Saiba quais exigências devem ser cumpridas dentro de um condomínio

Todos sabem que as várias atribuições do síndico é o que garante a operação dos condomínios. Além disso, de acordo com o Código de Processo Civil Brasileiro, (Lei 10.406 de 10 de janeiro de 2002), que trata sobre condomínios, no capítulo VI, artigo, 1348, entre os deveres essenciais desse responsável, estão:

  • Convocar as reuniões de assembleia;
  • Ser porta-voz e proteger os interesses comuns dos condôminos;
  • Avisar de imediato à assembleia, sobre os processos judiciais ou administrativos, de interesse do condomínio;
  • Cumprir e fazer cumprir a convenção, o regime interno e as decisões da assembleia;
  • Cuidar da conservação e da guarda, das áreas comuns do patrimônio;
  • Prestar os serviços de manutenção e, ao notar um problema na infraestrutura ou em aparelhos, mandar para reparo;
  • Criar a previsão do orçamento anual;
  • Fazer a prestação de contas obrigatória, anual e quando exigida;
  • Fiscalizar o pagamento das taxas condominiais, a fim de evitar a inadimplência;
  • Impor e cobrar multas e advertências quando necessário;
  • Garantir o contrato do seguro, bem como, guardar a apólice do condomínio;
  • Manter as contas em dia;
  • Prezar pela segurança de moradores, funcionários e visitantes do local.

Vale lembrar, portanto,  que, toda pessoa que esteja no local pode sofrer um acidente, caso as normas de segurança não sejam cumpridas. Sendo assim, o síndico pode responder pelos deveres civis e criminais nesses casos, por ser o responsável pelo prédio. Além disso, entre os encargos do síndico, estão os ajustes dos documentos exigidos para a atividade do condomínio.

Responsabilidades do Síndico: documentos do condomínio

  • Alvará e Licença de Funcionamento do prédio;
  • Comprovante de Implantação de Brigada de Combate a Incêndio;
  • Laudo de Estanqueidade de Sistema de Gás Canalizado, com Anotação de Responsabilidade Técnica (ART), recolhida pelo engenheiro responsável;
  • Planilha de manutenção mensal dos elevadores com Anotação de Responsabilidade Técnica (ART), recolhida pelo engenheiro responsável pela empresa;
  • Laudo de Conformidade das Instalações Elétricas, com Anotação de Responsabilidade Técnica (ART), recolhida pelo engenheiro responsável;
  • Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros (AVCB), com duração de cinco anos;
  • Comprovante da limpeza e desinfecção das caixas d’água, com duração semestral;
  • Comprovante de dedetização das áreas comuns, com duração semestral;
  • Programa de Prevenção a Riscos Ambientais do Condomínio;
  • Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional;
  • Comprovantes de Registro em Carteira dos Trabalhadores;
  • Atestado de Saúde Ocupacional dos trabalhadores — admissional, periódico, mudança de função e demissional.

A contratação de empresas terceirizadas também é uma das responsabilidades do síndico

Seja qual for a obra ou reparo feitos no condomínio, o síndico deve fazer a vistoria e ficar atento sobre o respeito às normas de segurança do trabalho. Assim, é possível evitar acidentes, bem como, evitar responder por omissão.

Por isso, caso a empresa não siga às normas, um dos grandes papéis do síndico é garantir que as regras voltem a ser cumpridas, até o fim da obra.

Ou seja, para contar com os serviços externos, a empresa deve exigir todos os documentos, bem como, orientar sobre as normas de segurança e saúde exigidas. Assim, o síndico deve pedir alguns comprovantes como:

  • De capacitação e habilitação para trabalho em eletricidade (NR- 10), nos painéis e instalações elétricas;
  • Treinamento para espaço confinado (NR-33), para trabalhos de manutenção em caixas d’água e ambientes fechados;
  • E o comprovante de treinamento para trabalhos em altura (NR-35), a serem feitos na fachada, manutenção de antena, para-raios, telhado ou limpeza na caixa superior do edifício.

Além disso, para escolher a empresa, é crucial ter atenção em alguns pontos, como, por exemplo: o local, a seriedade do negócio, o respeito às normas trabalhistas, os documentos em dia, o uso devido dos EPI’s (Equipamentos de Proteção Individual) e o registro dos responsáveis técnicos.

No entanto, entre os deveres do síndico, está o pedido para as empresas contratadas, para que apresentem a placa de obras e o registro profissional dos engenheiros, assim como, o alvará municipal de licença da obra. Para os serviços com eletricidade, contudo, os documentos exigidos devem ser o prontuário elétrico dos equipamentos e o material descritivo das instalações elétricas.

Riscos em trabalhos confinados

Sem dúvida, os trabalhos feitos neste tipo de local exigem um atenção especial. Antes de mais nada, o serviço é regido pela NR 33 – Segurança e Saúde nos Trabalhos em Espaços Confinados – Portaria nº 3.214/78. Desse modo, os técnicos devem ter feito curso de capacitação e possuir o atestado de saúde, de acordo com suas funções.

Por se tratar de locais fechados, o ambiente pode ter um alto nível de infectantes químicos, bem como, riscos biológicos. Caixas d’água, galerias de esgoto, casa de bombas, caixas de inspeção de gás e manutenção em elevadores oferecem alguns riscos. Mas, existem alguns meios de evitar que isso aconteça. Entre eles, estão:

  • Conhecer, isolar e sinalizar os espaços confinados;
  • Avaliar e controlar os riscos;
  • Manter as boas condições do ar na entrada e durante os trabalhos, com técnicas para deixar o ar em padrões aceitáveis;
  • Proibir a ventilação com oxigênio puro. Usar aparelhos de ventilação que capte e envie ar atmosférico, para evitar o risco de adição de oxigênio;
  • O uso da técnica para trabalho em espaço confinado;
  • Permissão de Entrada e Trabalho, antes que os técnicos acessem os espaços confinados;
  • Garantir que o acesso a esse local seja feito apenas com o controle de supervisão capacitada, para evitar que seja feita de forma individual ou isolada;
  • Permitir que os trabalhos sejam feitos apenas com a presença do vigia;
  • Exigir que os técnicos estejam aptos, sobre os riscos e medidas de controle do local.

Serviços nas alturas

Do mesmo modo, os trabalhos feitos acima de 2 metros de altura do nível do chão, podem expor os técnicos aos riscos de quedas e acidentes. Reforma e pintura de fachadas, trocas de lâmpadas e manutenção em fosso de elevadores, por exemplo, devem atender a norma NR 35- Segurança e Saúde no Trabalho em Altura – Portaria nº 3.214/78.

No entanto, essas tarefas não podem ser feitas em casos de ventos fortes, chuvas e influência de outras obras. Da mesma forma, pessoas cardíacas, com problemas de epilepsia, labirintite e diabetes não estão aptas a atuarem nesse tipo de tarefa.

Por isso, entre os deveres do síndico, está a análise dos certificados do curso de capacitação segundo a NR-35, que tem duração de dois anos, e o atestado médico de acordo com a sua função.

Por fim, os síndicos devem pedir das empresas, o projeto de Sistemas de Proteção contra Quedas, além da análise de risco, que deve conter os seguintes dados:

  • Local em que os serviços serão feitos e seus arredores;
  • Isolação e a sinalização ao arredor da área de trabalho;
  • Definição dos sistemas e pontos de atenção.

Reforma interna de apartamentos

De acordo com a norma ABNT NBR 16280/14, as reformas internas devem possuir um laudo técnico. Assim como, seu projeto deve estar com a planta baixa e todas as suas legendas e notas. Além disso, esta deve ter o registro do CREA que aponta o responsável técnico pela construção, inserção ou manutenção das medidas de proteção coletiva.

É dever do dono do imóvel a receber a reforma, contratar um técnico apto a assumir a obrigação técnica da obra. Bem como, cumprir todo o laudo da mesma. Além disso, é crucial enviar ao síndico o laudo da ART, assinado pelos técnicos responsáveis e com carimbo.

O dono do imóvel deve atestar que a obra seja feita de acordo com as normas de segurança. Além de mostrar o término da reforma para o síndico.

O síndico pode fiscalizar irregularidades na obra?

O síndico pode, a qualquer hora, pedir os dados ao técnico, sobre os serviços. Bem como, tirar as suas dúvidas. Caso o  regras não sejam respeitadas ou ele deixe de entregar os documentos, o síndico pode denunciar os erros para a Prefeitura. Assim, cabe ao setor de Controle e Fiscalização e ao CREA adotar as medidas judiciais cabíveis.

Gostou de saber sobre as responsabilidades do síndico? Então, continue de olho em nosso blog, para conhecer mais sobre o tema.

Modernização tecnológica de elevadores: saiba como funciona este serviço

Serviço conta com sistemas de biometria e resgate automático!

Conforme já falamos em um texto anterior, a ação de modernizar o elevador oferece diversos benefícios para o condomínio. Mas, hoje queremos falar sobre um tipo específico deste serviço, a modernização tecnológica de elevadores, que pode agregar ainda mais valor para este equipamento tão importante na rotina das pessoas.

Somos referência no mercado, onde atuamos há mais de 38 anos, oferecendo serviços de qualidade em equipamentos de todos os segmentos. Nosso trabalho de modernização tecnológica de elevadores, conta com serviços eficientes, que deixam a máquina ainda mais ágil, moderna e segura.

Biometria na modernização tecnológica

Esse é o sistema responsável por oferecer mais segurança interna para o condomínio. Ele é instalado dentro da cabina e permite que o elevador seja acessado apenas pela biometria, chaveiro de proximidade ou senha. Dessa maneira, somente após essa identificação os botões serão liberados para dar acesso aos andares determinados. Assim, com a biometria, é possível cadastrar usuários, sejam eles condôminos, funcionários ou visitantes. Além disso, o sistema oferece ainda um recurso a mais de segurança, o “dedo do pânico”. Desse modo, o usuário realiza o cadastramento do dedo para liberação do andar e um segundo dedo, que deverá ser usado somente em situações de perigo, acionando ajuda.

Sistema Inteligente nos elevadores

O sistema inteligente DDS está entre os itens de nossa modernização tecnológica de elevadores. Ele realiza uma programação antecipada já feita do lado de fora do equipamento. O usuário escolhe o andar que deseja ir e somente aguarda a chegada do elevador. Dessa maneira, os chamados são atendidos de acordo com a posição do carro e dos destinos que foram dados. Isso faz com que o sistema trace a melhor estratégia de atendimento para todos os chamados efetuados, evitando uma demora a mais na espera do elevador e a parada em andares sem necessidade.

Sistema regenerativo

Por sua vez, os drives com sistema de regeneração de energia em vez de desperdiçarem energia na forma de calor, realimentam a rede elétrica interna do edifício.  Assim, a rede pode ser reutilizada por outros elevadores, para a iluminação elétrica, para o ar condicionado. Também para os computadores e até por outros equipamentos que estiverem conectados à mesma rede elétrica do edifício. Estes drives podem reduzir a utilização de energia elétrica em até 75%, em comparação aos não regenerativos.

Sistema de resgate automático

Em casos de queda de energia, esse sistema permite que o elevador seja conduzido ao pavimento mais próximo. Com isso, ele abre as portas da cabina e permite a liberação dos passageiros retidos. O sistema corrige de maneira temporária o defeito. Além disso, através de sensores e receptores consegue identificar o pavimento e manter o elevador nivelado para que a saída dos usuários seja tranquila e segura.

Para saber mais informações sobre os serviços que oferecemos acesse o nosso site. Caso precise de algum de nossos trabalhos, você também pode entrar em contato através do telefone (11) 3345-0000.

Tipos de modernização em elevadores oferece mais conforto e segurança

Atualização de componentes melhora funções do equipamento!

Considerado o cartão de visita de um prédio ou condomínio, o elevador deve estar sempre com boa aparência e em bom estado de conservação para transmitir segurança e conforto para seus usuários, sejam eles moradores ou visitantes do local. Além disso, a beleza e estética do equipamento garantem que o local seja ainda mais valorizado.
No entanto, é comum que com o passar do tempo, o elevador sofra um desgaste natural por conta do seu uso frequente. Uma das recomendações para resolver esse problema é investir nos diversos tipos de modernização de elevadores, que além de inovar, atualiza componentes importantes para seu perfeito funcionamento.

A modernização de elevadores realiza atualização em quadros de comando, máquina de tração, motor e valoriza a parte estética do condomínio com cabinas modernas, novos revestimentos, painel de comando, botoeiras e indicadores. Com esses serviços, é possível passar ainda mais tranquilidade para os passageiros, que podem contar com modernos sistemas de segurança, maior acessibilidade, design moderno e tecnologia de ponta neste equipamento tão utilizado.

Para atender as necessidades e se ajustar a cada cliente, os tipos de modernização em elevadores disponíveis são separados em três categorias sendo: estética, técnica e tecnológica.

Modernização Estética

A estética, como o próprio nome já explica, deixa o equipamento ainda mais bonito. Através dela, algumas as características mais visíveis aos olhos dos usuários passam por transformação. Por exemplo:

Modernização das cabines 

Elas são redesenhadas a partir dos materiais e padrões mais atuais. Desde o piso até o subteto, até as paredes e espelho em alguns casos, passam por alterações de cor e desenhos.

Botoeiras

Podem possuir diversos modelos de botão feitos de aço inox. Possuem micro movimento, se tornando mais fáceis de usar, além de contarem com sinalização digital no painel e possuírem uma uma concepção mais atual.

IPD Digital

Sigla para Indicador de Posição Digital, ele é instalado na botoeira dos elevadores, além dos pavimentos e andares. Agrega valor ao edifício, e também promove uma melhor experiência aos usuários, com uma sinalização mais moderna.

Portas

As portas também podem ser modernizadas, feitas com duas, três, quatro ou seis folhas. Elas são automáticas, e passam a ter um acabamento com mais qualidade e estilo.
Para elevadores com portas de eixo vertical a modernização também é uma opção. Neste caso, as portas são revestidas com fórmica ou aço inox, e passam a contar com um sistema de visor puxador mais atual.

Teto e piso 

O piso pode ser alterado para materiais como granito, paviflex ou material vinílico com várias opções de cores. Dessa forma, o aspecto dos elevadores pode ser consideravelmente renovado.
No caso do subteto, também existem acabamentos e projetos diferenciados e atuais, que são solicitados de acordo com a necessidade e intenção de cada cliente.

Modernização Técnica

A técnica realiza serviços em componentes como comando eletrônico e máquina de tração, por exemplo. Ela é considerada o principal tipo de modernização, já que auxilia os condomínios a se manterem adequados às normas e demais exigências.

Renovação de peças

Elas acontecem quando o técnico responsável pelo elevador identifica que aquele componente já não rende mais como deveria e que não há manutenção que o possibilite voltar a performance antiga.
Com ela, as viagens se tornam mais confortáveis e silenciosas.

Maior vida útil

Ao modernizar os elementos técnicos dos elevadores, sua vida útil aumenta. Isso porque, a tecnologia das novas peças acaba por melhorar sua efetividade exigindo menos energia e “esforço” das máquinas.
Assim, um elevador modernizado passa a funcionar de forma mais eficaz e sustentável.

É invisível, mas faz a diferença

Diferente da modernização estética, que é facilmente identificada pelos usuários dos elevadores, a modernização técnica é basicamente invisível.
No entanto, ainda que os usuários não possam vê-la, sua experiência melhora, gerando uma sensação de satisfação importante para síndicos e condomínios.

Modernização Tecnológica

Já a modernização tecnológica trabalha em sistemas inteligentes como biometria e resgate automático.

Biometria

Ela promove maior segurança interna no condomínio, já que apenas as pessoas cadastradas poderão acessar os botões. O cadastro pode ser feito através de biometria, chaveiro de proximidade ou senha. É possível, cadastrar moradores, visitantes e funcionários, tornando o dia a dia mais ágil e prático.
Além disso, a biometria também conta com a função “dedo do pânico”. Nessa função o usuário cadastra um outro dedo, que deve ser utilizado apenas em situações de perigo.

Sistema Inteligente

O chamado Sistema DDS realiza uma programação inteligente dos itinerários cumpridos pelos elevadores. Com ele, os chamados são atendidos de acordo com a posição das cabinas e os destinos pretendidos pelos usuários. Desse modo, o sistema traça as melhores rotas, evitando com que os usuários esperem demais pelos elevadores e também que eles parem em andares indesejados.

Sistema regenerativo

Este sistema realimenta a rede elétrica do edifício através da energia em forma de calor que, antes, seria desperdiçada.
Desse modo, lâmpadas, ares-condicionados e até mesmo outros elevadores utilizam essa energia. Seu principal benefício é gerar economia no edifício, que pode chegar até a 75%, quando comparado aos sistemas comuns.

Sistema de resgate automático

Com ele, o elevador é levado ao andar mais próximo em casos de queda de energia. Então, as portas se abrem, e os passageiros são liberados, evitando com que eles passem pela má experiência de ficarem presos. Além disso, através de sensores e receptores, o elevador mantém a nivelação adequada com o pavimento, garantindo um desembarque mais seguro e tranquilo aos passageiros.

Conheça os benefícios que a modernização proporciona para os elevadores:

  • Oferece maior segurança e conforto para os usuários;
  • Auxilia na melhoria do tráfego, deixando a viagem mais rápida e ágil, com redução de tempo de espera;
  • Reduz os custos na manutenção dos equipamentos, pois componentes mais modernos sofrem menos desgastes mecânicos;
  • Proporciona economia no consumo de energia por conta de recursos mais sustentáveis;
  • Valoriza o local pela estética dos equipamentos e inovações apresentadas por eles.

Para saber mais informações sobre os serviços que oferecemos acesse o nosso site. Caso precise de algum de nossos trabalhos, você também pode entrar em contato através do telefone (11) 3345-0000.

Tipos de manutenção para elevadores: quais existem e quando fazer

Análises preventiva e corretiva são fundamentais para o bom funcionamento!

Com apartamentos e prédios cada vez mais altos, os elevadores acabaram se tornando essenciais em nossa rotina. Sem eles, teríamos que subir muitas escadas e, além do cansaço, correríamos o risco de atrasos, por exemplo.

O equipamento, que tem a finalidade de transportar pessoas e até mesmo cargas, subindo e descendo, é muito importante. Por isso, ele precisa ser vistoriado periodicamente, para que funcione de forma segura e adequada.

Por esta razão, a manutenção em elevadores é tão valorizada e fundamental. Ela é essencial para que os sistemas de transmissão, cabos de aço, freios de emergência e todos os demais componentes de um elevador sejam devidamente avaliados.

As atividades de manutenção em elevadores são necessárias para garantir a segurança operacional e a vida útil do equipamento. Elas existem para evitar a degradação do elevador, que pode ser causada pelo desgaste natural, e para corrigir algum erro de desempenho que possa oferecer algum tipo de risco para os passageiros.

Para ter um serviço especializado e de qualidade, é indicado procurar e compreender a especificidade de cada equipamento. Dessa forma, é possível saber com qual periodicidade ele deve receber manutenção e quais pontos exigem mais atenção. No entanto, indica-se que o elevador deve ser analisado no mínimo uma vez por mês, para garantir que tudo está em dia.

Conheça os tipos de manutenções para elevadores:

1 – Manutenção Preventiva

Esse serviço de manutenção em elevadores é efetuado periodicamente para prevenir paradas ou falhas no equipamento. Tem o propósito de garantir a segurança dos usuários e preservar a vida útil do elevador.
É na manutenção preventiva que as engrenagens dos elevadores passam por limpeza. Todos os sistemas são lubrificados e sua programação é avaliada e corrigida se necessário.
Além de ser uma grande aliada da segurança, a manutenção preventiva também ajuda na economia. Isso porque elevadores inspecionados e programados corretamente gastam menos energia. E, além disso, a análise constante de todos os componentes reduz a chance de trocas de peças e gastos inesperados.

2 – Manutenção Corretiva

Esse tipo de manutenção é feito após a ocorrência de alguma pane no equipamento ou desempenho inferior ao que é esperado. Após a identificação do problema, é feita a restauração do componente que apresentou falha, para que o elevador volte ao seu estado produtivo. Este tipo de manutenção é requisitado em caráter emergencial e em casos isolados.
Imprevistos podem acontecer a qualquer momento, mas normalmente, os problemas que a manutenção corretiva tem a função de resolver são resultado de uma frequência de manutenções preventivas abaixo do ideal.

3 – Manutenção Preditiva

É realizada através de intervenções já programadas, com base nos indicadores do equipamento. Esses dados são obtidos com supervisão e monitoramento do desempenho da máquina. O serviço tem o objetivo de determinar de forma antecipada a necessidade de manutenções, eliminando desmontagens desnecessárias e aumentando a segurança de quem usa o elevador.
Ela pode ser confundida com a manutenção preventiva, mas elas têm, de fato, propostas diferentes.
A manutenção preditiva é, essencialmente, uma busca por possíveis falhas, defeitos e inconformidades em geral. Por outro lado, a manutenção preventiva é responsável também pela limpeza de componentes dos elevadores, por exemplo, tendo uma abordagem mais completa.

O que a lei diz sobre as manutenções?

No que diz respeito à manutenção de elevadores, a ABNT é a responsável por ditar as orientações e exigências que devem ser seguidas. Isso porque, todo elevador, seja em ambiente comercial ou residencial, deve seguir um padrão de segurança.
Mesmo com a atuação nacional da ABNT, cada município define a sua legislação.
A cidade de São Paulo, por exemplo, criou a Lei n.º 10.348, em 1987. E desde então, a lei é atualizada quando necessário.
De forma geral, todas as cidades se baseiam na norma da ABNT. É ela a responsável por definir critérios de manutenção e verificação de funcionalidades.

Além de seguir a legislação do município, os equipamentos precisam ter um alvará de funcionamento, e também contar com uma empresa regularizada para realizar todos os tipos de manutenção para elevadores. Ainda citando São Paulo como exemplo, a cidade também requer que a empresa responsável pela manutenção dos elevadores esteja credenciada no SEGUR, através do decreto 52.340/11. O SEGUR é o setor responsável por elevadores e outros utensílios de transporte.

Desmistificando a manutenção de elevadores

Quando o assunto é manutenção, alguns mitos podem acabar surgindo.
Muito se fala sobre o tema, por isso é importante sanar as dúvidas e desmistificar algumas falas acerca dele.

Muitas pessoas acreditam que apenas a empresa fabricante dos elevadores pode realizar a manutenção nos mesmos. Porém, isso não é verdade.
Depois do fim da garantia, o edifício pode escolher a empresa que quiser para a realização dos serviços, desde que ela se enquadre em todos os requisitos legais estabelecidos. Eles são, geralmente, possuir concessão da prefeitura e do CREA (Conselho Regional de Engenharia e Agronomia).

Outro mito que, ao ser superado pode gerar economia, é de que todo contrato de manutenção deve incluir as peças de reposição.
Na verdade, é possível estabelecer contratos mais básicos, onde o condomínio arca com os custos de mão-de-obra.
Caso haja a necessidade, o condomínio tem a autonomia de adquirir as peças com o fornecedor que quiser, podendo chegar a melhores preços.

Elevadores diferentes, necessidades diferentes

Apesar de os procedimentos de segurança serem unificados, bem como as normas que os guiam, cada equipamento tem sua particularidade e pode precisar de tipos de manutenção para elevadores distintos.
Por isso, é fundamental que a empresa que realizará a manutenção nos seus elevadores de fato os conheça. Desde o modelo até as características mais específicas.

Como características específicas podemos compreender tempo de uso, frequência de uso diário, eventuais problemas que o elevador já tenha apresentado, etc
Além disso, é importante também conhecer a estrutura do edifício, física e elétrica, bem como o modo de uso dos passageiros.
Desse modo, todos os tipos de manutenção para elevadores citados até aqui, serão mais certeiros e eficazes.

Manutenções com a Crel

Realizamos os serviços de manutenção em elevadores e para isso contamos com uma equipe pronta para atender com agilidade, eficiência e muita responsabilidade.

Em nossas visitas avaliamos todos os componentes de segurança dos elevadores, de acordo com os equipamentos determinados em contrato. Realizamos a troca de peças quando necessário, além de garantir o melhor funcionamento das máquinas, prevenindo imprevistos e promovendo segurança.

Com a Crel você pode optar pelo contrato de conservação ou pelo contrato de manutenção integral. A diferença entre eles é, justamente, a inclusão de peças de reposição no serviço contratado. Ambos, porém, contam com assistência técnica 24 horas por dia e visita mensal com manutenção preventiva.

Se você precisa de algum destes tipos de manutenção para elevadores, entre em contato com a nossa empresa e saiba como podemos solucionar o seu problema.

Como a modernização de elevadores e da fiação elétrica influenciam no gasto de energia

A modernização de elevadores e da fiação elétrica têm resultados diretos no gasto de energia do seu condomínio, entenda porquê.

Cuidar da segurança dos condôminos de um imóvel é um processo de várias etapas. Uma delas é a modernização de elevadores e da fiação elétrica. Muitas vezes defasada, este tipo de instalação acaba ficando sobrecarregada. Resultando assim, em contas de energia mais caras no final do mês. E como resolver isso?

Fiação elétrica antiga é um perigo

Manter uma fiação elétrica antiga é colocar em risco a vida dos moradores de um imóvel. Antigo ou não, a questão acaba sendo a segurança das pessoas, pois uma instalação mal feita ou sobrecarga pode ocasionar acidentes.

O mesmo vale para os equipamentos, e por isso modernizar os elevadores é um passo para garantir o bem estar e conforto dos condôminos. E com a segurança e adequação das instalações, a economia para o condomínio terá.

Modernização de elevadores e economia

Modernizar elevadores é outro processo que gera economia e segurança para os condôminos. Às vezes ela pode ser feita tanto estética quanto técnica ou tecnológica, dependendo da necessidade do seu imóvel.

A substituição por novas peças garante a economia e adequação às exigências da legislação brasileira. Assim como a manutenção periódica é outro passo que complementa a modernização dos elevadores e garante a melhor utilização do equipamento e vida útil prolongada.

A Crel possui soluções personalizadas em modernização de elevadores para você, conheça visitando nosso site.

Fale Agora Via WhatsApp!

Nossa equipe está pronta para te atender.

    X
    Fale Agora Via WhatsApp!
    Sair da versão mobile