Veículos de empresas de manutenção de elevadores fora do rodízio municipal

Entenda porque as empresas de manutenção de elevadores foram excetuadas da lei de rodízio municipal, vigente na cidade de São Paulo desde 1997.

Um novo decreto aprovado na cidade de São Paulo acaba de excetuar os carros de empresas de manutenção de elevadores da necessidade do rodízio. Aprovado em dezembro de 2018, o documento reviu algumas especificações do famosos rodízio de automóveis.

Entenda a lei

Aprovada no ano de 1997, a lei que regulamenta o Rodízio Municipal proibiu a circulação de veículos automotores de segunda a sexta-feira, nos horários das 7h às 10h e das 17h às 20h. Para que a área de atuação da lei fosse delimitada, definiram vias em São Paulo para o rodízio. Igualmente quais veículos poderiam circular nos locais com base no dígito final da placa de veículo.

Empresas de Manutenção de elevadores de fora

A atualização do decreto, que já excetuava algumas categorias profissionais, foi estendido a essas empresas. Da mesma forma, outros serviços também foram incluídos no Capítulo II, que fala sobre as excepcionalidades da norma.

Afinal, no trecho, o serviço dessas empresas fica considerado como serviço essencial. Sendo assim, nesta categoria ainda estão serviços de infraestrutura urbana como gás, luz, telecomunicação e coleta de lixo.

Manutenção de elevadores também é lei

Como previsto por lei, o serviço feito pelas empresas de manutenção de elevadores é essencial para a segurança dos usuários deste equipamento. Enfim este serviço também é regulamentado em lei e cabe às empresas de manutenção de elevadores executá-lo, através de contratos periódicos.

ELEVADORES RESIDENCIAIS PARA DEFICIENTES

Acessibilidade, inclusão e direitos iguais são temas em destaque. Eles estimulam a mudança de cultura, pensamento e legislação, para que todos tenham possibilidade de acesso ilimitadas. Um exemplo são os elevadores residenciais para deficientes.

Lei de acessibilidade

Com barreiras em todos os cantos, uma ação habitual torna-se um desafio diário. As regras de acessibilidade estão previstas pela Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT). De acordo com a regulamentação 9050/2015, do Portal Pessoal com Deficiência, do Governo Federal, trata sobre “Acessibilidade a edificações, mobiliário, espaços e equipamentos urbanos”.

No tópico “Equipamentos Eletromecânicos de Circulação” são apresentadas as condições específicas para estas adequações.

Elevadores residenciais para deficientes: destaques

  1. Os elevadores de circulação vertical devem dispor de dispositivo de comunicação externo à caixa de corrida;
  2. Em casos de pausas mecânicas temporárias, deve haver uma sinalização indicando outra forma de circulação;
  3. A sinalização sonora, visual e tátil é de extrema importância, e deve informar sobre o pavimento em que o elevador se encontra, indicação de uso, posição para embarque e desembarque e indicação dos pavimentos atendidos;
  4. As cabinas devem possuir um dispositivo de comunicação para solicitação de auxílio externo em alcance manual e
  5. Condomínios devem dispor de equipe treinada para assistência.

Condomínios devem se adaptar

Os elevadores residenciais para deficientes são realidade nos imóveis. As construções mais antigas são mais afetadas, e precisam se atualizar com as novas regras.

Em São Paulo, um condomínio residencial precisou se adaptar para atender às necessidades de um morador, deficiente visual. No local, foi feita a instalação de módulos de voz nos elevadores, e garantiu segurança e autonomia para o residente.

Modernize seu equipamento

O caso reforça a necessidade dos elevadores residenciais para deficientes. A atualização do equipamento trará benefícios para seu imóvel: adequações às normas, segurança e economia para o condomínio. A CREL possui diversos dispositivos para melhorar o seu transporte, focados em sua segurança e conforto.

Síndico é responsável pela manutenção de elevadores

Ser síndico não é tarefa fácil, são muitas obrigações a serem cumpridas para manter o condomínio funcionando da melhor forma para seus moradores. As funções e obrigações são inúmeras, em áreas distintas. A manutenção de elevadores e escolha da empresa que fará estes serviços é uma delas.

Obrigações por lei

Quem pensa em tornar-se síndico deve estar em conformidade com a lei 1348 do Código Civil, no capítulo sobre Condomínios. Nele estão elencadas todas as atribuições sobre a função. Isto é, ter domínio sobre esses pontos é fundamental. Além disso um dos tópicos diz respeito à manutenção de elevadores.

Manutenção de elevadores

A manutenção de elevadores é descrita no tópico sobre conservação e segurança das áreas comuns do condomínio. Assim como casos de acidente no elevador ou na piscina de um edifício ocasionados por falta de manutenção, o condomínio será responsabilizado, e mesmo o síndico. Cabe a ele selecionar e contratar a empresa de manutenção da máquina e equipe que fará isso.

Em caso de contratação de funcionários com situação irregular e passível de causa trabalhista, novamente o síndico é exposto. É importante atentar para o contrato de manutenção de elevadores, que deve deixar claro que serviços e peças cobrem o condomínio.

Economia

Outro ponto que cabe ao síndico no que diz respeito à manutenção de elevadores é prezar a economia das máquinas. Acima de tudo a administração de recursos da melhor forma deve ser pensada. Ainda assim, a utilização responsável do elevador pelos condôminos faz a diferença nesta hora.

Orientar condôminos e manter a manutenção em dia farão a diferença para a conta no final do mês e farão de você um síndico admirado pela comunidade. Para conferir outros conteúdos relevantes, continue em nosso blog!

Elevadores residenciais para deficientes: conheça 5 pontos em destaque

Acessibilidade, inclusão e direitos iguais são temas em destaque. Eles estimulam a mudança de cultura, pensamento e legislação, para que todos tenham possibilidade de acesso ilimitadas. Por exemplo, os elevadores residenciais para deficientes, e aqui mostraremos 5 pontos importantes.

Lei de acessibilidade

Com barreiras em todos os cantos, uma ação habitual torna-se um desafio diário. As regras de acessibilidade estão previstas pela Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) e pela regulamentação do Governo Federal de número 9050/2015, trata sobre “Acessibilidade a edificações, mobiliário, espaços e equipamentos urbanos”. No tópico “Equipamentos Eletromecânicos de Circulação” são apresentadas as condições específicas para estas adequações.

Elevadores residenciais para deficientes: destaques

1. Os elevadores de circulação vertical devem dispor de dispositivo de comunicação externo à caixa de corrida;
2. Em casos de pausas mecânicas temporárias, deve haver uma sinalização indicando outra forma de circulação;
3. A sinalização sonora, visual e tátil é de extrema importância, e deve informar sobre o pavimento em que o elevador se encontra, indicação de uso, posição para embarque e desembarque e indicação dos pavimentos atendidos;
4. As cabinas devem possuir um dispositivo de comunicação para solicitação de auxílio externo em alcance manual e
5. Condomínios devem dispor de equipe treinada para assistência.

Condomínios devem se adaptar

Os elevadores residenciais para deficientes são realidade nos imóveis. Assim como as construções mais antigas são mais afetadas, e precisam se atualizar com as novas regras. Portanto cabe ao síndico e mesmo aos condôminos buscar soluções para a melhoria do seu bem estar e conforto.

Modernize seu equipamento

O caso reforça a necessidade dos elevadores residenciais para deficientes. Dessa forma a atualização do equipamento trará benefícios para seu imóvel: adequações às normas, segurança e economia para o condomínio. Por isso a CREL possui diversos dispositivos para melhorar o seu transporte, focados em sua segurança e conforto.

Conheça 15 dicas para utilizar o elevador com qualidade

Os elevadores fazem parte da nossa rotina, mas muitas vezes esquecemos que é necessário tomar alguns cuidados ao utilizá-los. Quando isso acontecer, o usuário deve ter em mente algumas regras. Portanto confira a seguir:

15 dicas para usuários de elevadores

1. Antes de tudo: verifique se o mesmo encontra-se no andar.
Diversos acidentes já aconteceram por causa deste tipo de situação. Hoje, o aviso virou lei

2.  A porta foi programada para fechar no tempo certo, tentar acelerar ou forçar pode danificá-la;

3. Da mesma forma, não utilize objetos que impeçam o fechamento da porta, atrasando seu fluxo;

4. O botão de alarme só deve ser usado em caso de urgência.
Sempre que acionado, você move uma equipe para te socorrer. Então evite transtornos desnecessários;

5. Olhe qual elevador está mais próximo do seu andar e aperte apenas ele;

6. Crianças gostam de brincar, e podem danificar o equipamento.
Dessa forma, nunca as deixe sozinhas no elevador;

7. Se o prédio estiver sem energia ou o elevador travar, ligue para portaria.
Portanto mantenha a calma, um técnico estará a caminho para lhe socorrer;

8. Antes de chamar o elevador, verifique qual sentido ele está indo;

9. O equipamento possui um limite máximo de carga que deve ser respeitado;

10. O elevador tem uma quantidade máxima de passageiros. Por isso não a ultrapasse;

11. É proibido por lei fumar dentro nos elevadores;

12. Brincadeira tem lugar, e não é dentro do elevador.
Portanto, não pule ou faça movimentos bruscos;

13. A física já diz, dois corpos não ocupam o mesmo lugar.
Assim sendo, espere as pessoas saírem do elevador para você entrar;

14. Vamos um por vez, respeite a fila!
Todos vão chegar no destino desejado e

15.Em caso de problemas na cabina, espere um especialista te retirar.
Não tente sair sozinho.

Boas práticas no uso do elevador

Com estas 15 dicas para usuários de elevadores, você terá uma experiência tranquila ao utilizar o equipamento.

Aproveite para compartilhar com pessoas próximas. Desta forma, você aumenta a vida útil do equipamento e evita problemas.

SECIESP – Sindicato das Empresas de Conservação, Manutenção e Instalação de Elevadores do Estado de SP

O Seciesp entregou à Secretaria Municipal de Licenciamento uma série de sugestões para elaboração de um novo RIA – Relatório de Inspeção Anual, com objetivo principal de melhorar o índice de segurança dos elevadores instalados no município de São Paulo.

O SECIESP entregou à Secretaria Municipal de Licenciamento uma série de sugestões para elaboração de um novo RIA – Relatório de Inspeção Anual, sobretudo com objetivo principal de melhorar o índice de segurança dos elevadores instalados no município de São Paulo. Dessa forma, o documento foi recebido por José Luiz Amadio, coordenador de Atividade Especial e Segurança de Uso (Segur) e por Esio Sizuo Hirata, assistente de Gestão de Políticas Públicas.

José Luiz Amadio e João Jair

A elaboração das novas sugestões, contou portanto, com a participação das principais montadoras e empresas de manutenção de elevadores do país, com base na Norma NBR 15597 da ABNT que sugere significativas alterações de melhorias de segurança nos elevadores instalados com as normas ABNT NB-30 e ABNT NBR 7192, que representam mais de 240 mil equipamentos no país, desatualizados em relação às novas tecnologias.

Motivos

  • Acidentes com elevadores
  • Atender a NR de segurança do trabalho
  • Atender a recomendação da Norma da ABNT
  • Atender a Lei Municipal de São Paulo
  • Responsabilização do contratante e contratada, por eventual omissão ou negligência nos serviços.

Objetivo

  •  Aumentar a segurança dos elevadores
  •  Proporcionar aos portadores de mobilidade reduzida melhor acesso e conforto
  • Atendimento as Leis e Normas em vigor

Assim, o SECIESP agradece aos que participaram da elaboração do documento e em especial ao Segur, que recebeu a sugestão e submeterá à análise dos especialistas e à Secretaria Municipal de Licenciamento.

Diretoria SECIESP no SEGUR
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